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O que é Mínimo Produto Viável (MVP) e como fazer na sua empresa

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Introdução


No mundo dos negócios, o conceito de Mínimo Produto Viável (MVP) significa criar um produto ou serviço com as funcionalidades essenciais que atendam as necessidades do cliente utilizando o mínimo de recursos possível. Isso permite que as empresas economizem tempo e dinheiro ao testar suas ideias no mercado antes de lançar uma versão completa.


O Mínimo Produto Viável é uma abordagem que ajuda os empreendedores a identificar rapidamente se sua ideia tem potencial para ser um sucesso. Grandes empresas como o Facebook, Amazon e Uber usaram o MVP para lançar novos produtos e serviços e, com isso, se tornaram líderes em seus respectivos mercados.


Para as startups tech brasileiras, o desafio é entender o que é mais importante para o cliente e como isso pode ser entregue de forma eficiente e econômica.


Resumo 


O artigo aborda o conceito de MVP, que é uma técnica utilizada por empreendedores para validar suas ideias de negócio antes de investir uma grande quantidade de tempo e dinheiro no desenvolvimento de um produto final. Ele destaca que o Mínimo Produto Viável ajuda a reduzir os riscos financeiros e aumenta as chances de sucesso no mercado. Além disso, neste artigo é fornecido exemplos de MVPs de sucesso, bem como respostas de algumas dúvidas comuns que surgem durante o processo de criação de um. 


Em resumo, o artigo mostra como o Mínimo Produto Viável pode ser uma estratégia inteligente para empreendedores que desejam validar uma ideia de negócio de forma rápida, econômica e eficiente.


O que é MVP?


 É uma técnica utilizada por empreendedores para validar suas ideias de negócio antes de investir muito tempo e dinheiro no desenvolvimento de um produto final. Basicamente, o MVP é um produto com as funcionalidades mínimas necessárias para testar uma ideia e ver se ela é viável.


A grande vantagem do Mínimo Produto Viável é que ele permite que você teste a aceitação do público-alvo e receba feedbacks valiosos sobre a usabilidade e valor do produto. Assim, você pode realizar ajustes antes de lançar o produto final no mercado e evitar gastar recursos em um produto que não possui aceitação.


Além disso, o Mínimo Produto Viável reduz o tempo de desenvolvimento de software ou app do produto, já que ele possui apenas as funcionalidades mais essenciais. Isso significa que você pode testar a ideia e receber feedbacks em um período menor, permitindo que faça ajustes rapidamente e lance uma versão final do produto mais refinada.


Outra grande vantagem do Mínimo Produto Viável é que você pode testá-lo em pequenos lotes ou em pequenas regiões antes do lançamento principal, evitando grandes investimentos. Isso permite que você identifique o que precisa melhorar, o que funciona e o que não funciona, antes de realizar grandes investimentos.


Mas atenção! Começar um projeto ou protótipo sem um MVP pode ser um grande erro. Na nossa experiência com clientes brasileiros, a maioria dos projetos que não começam com um Mínimo Produto Viável acabam falhando. Por isso, se você quer começar com o pé direito, invista em um Mínimo Produto Viável. Com ele, você pode testar sua ideia e ter mais chances de sucesso no mercado.


Por que fazer um Mínimo Produto Viável?


Além da rapidez no desenvolvimento, o MVP também ajuda a reduzir os riscos de um desperdício de recursos financeiros e tempo. 


Ao criar um Mínimo Produto Viável, você pode testar sua ideia com um investimento menor e ver como o público-alvo responde ao produto. Assim, é possível verificar se vale a pena investir mais recursos em um produto mais refinado ou se é melhor abandonar a ideia antes de gastar mais dinheiro e tempo.


Outro benefício é a possibilidade de receber feedbacks valiosos dos usuários. Como o MVP possui apenas as funcionalidades mais básicas, é mais fácil para os usuários testarem e avaliarem o produto. Com base nesses feedbacks, é possível realizar ajustes e melhorias antes de lançar a versão final do produto.


Outra vantagem do Mínimo Produto Viável é que ele pode ajudar a atrair investidores. Se você conseguir mostrar resultados positivos com um produto mínimo, é mais fácil convencer investidores a apostar em seu projeto.


Por esses motivos, desenvolver um MVP pode ser uma estratégia inteligente para empreendedores que desejam validar uma ideia de negócio de forma rápida, econômica e eficiente, reduzindo riscos e aumentando as chances de sucesso no mercado.


Exemplos de Mínimo Produto Viável de sucesso


Existem diversos exemplos que mostram como um MVP foi uma ferramenta poderosa para empreendedores testarem suas ideias de sucesso que foram fundamentais para o lançamento de produtos e serviços populares que conhecemos hoje em dia. Algumas startups exemplos de Mínimo Produto Viável de empresas de sucesso incluem:


  • Facebook: Mínimo Produto Viável de Rede Social
  • Amazon: Mínimo Produto Viável de Marketplace
  • Uber: Mínimo Produto Viável de Transporte


Facebook


Que tal começar pelo básico? Essa é a filosofia por trás da criação de grandes empresas como o Facebook. Afinal, quem poderia imaginar que a plataforma social mais utilizada no mundo começou como uma rede social para conectar universitários?


Se os fundadores do Facebook tivessem optado por criar um produto complexo desde o início, com vídeos e outras funcionalidades, teriam certamente demorado muito mais tempo para desenvolvê-lo e talvez nem tivessem chegado onde estão hoje. É por isso que é importante começar com um Mínimo Produto Viável.


 E para as startups que muitas vezes têm recursos limitados e não podem investir muito dinheiro na fase de testes, o Mínimo Produto Viável é a melhor opção.


Não se preocupe se o seu MVP não tiver todas as funcionalidades que você deseja. O objetivo do Mínimo Produto Viável é testar a ideia e receber feedback dos usuários para que você possa melhorá-la e, eventualmente, adicionar mais funcionalidades no futuro. Lembre-se: começar com o básico é o caminho para o sucesso.



Imagem ilustrativa


Amazon


 A história da Amazon é uma inspiração para qualquer empreendedor que esteja pensando em criar um negócio do zero. O fundador da empresa, Jeff Bezos, tinha uma ideia inovadora de vender livros pela internet, mas ele sabia que precisava testar essa ideia antes de investir muito dinheiro nela. E foi assim que surgiu o Mínimo Produto Viável da Amazon, que era muito simples, mas eficiente.


O MVP da Amazon foi um site com uma lista de livros e um botão de compra. Na versão Mínimo Produto Viável, quando alguém comprava um livro, ele era enviado pelos correios, em um processo ainda pouco automatizado. Mas essa simplicidade foi essencial para validar a ideia de vender livros pela internet. Jeff Bezos pôde ver que as pessoas estavam dispostas a comprar online e, a partir daí, a empresa foi crescendo.


Com o sucesso do Mínimo Produto Viável da Amazon, Jeff Bezos começou a adicionar novas funcionalidades, como opções de pagamento online e outros produtos para venda. A empresa se tornou cada vez mais automatizada e eficiente, mas tudo começou com uma ideia simples.


Imagem ilustrativa


Uber


O serviço, que foi uma inovação disruptiva começou como um experimento em uma pequena região de São Francisco, onde a empresa disponibilizou um aplicativo para os usuários poderem chamar um carro particular para levá-los a um destino desejado. O aplicativo permitia que os usuários visualizassem a localização do motorista em tempo real, estimasse o tempo de chegada do carro e pagasse automaticamente pelo serviço usando o cartão de crédito cadastrado.


O Mínimo Produto Viável foi um sucesso na região de São Francisco, e a empresa foi gradualmente adicionando mais recursos e expandindo para outras cidades do mundo. No início, o Uber só oferecia carros pretos de luxo com motoristas profissionais, mas depois adicionou opções mais econômicas e permitiu que motoristas com carros mais simples também participassem da plataforma. Além disso, após o Mínimo Produto Viável, a empresa investiu em recursos de segurança, como verificações de antecedentes dos motoristas, monitoramento em tempo real das corridas e diversos frameworks e metodologias.



Imagem ilustrativa


Por que muitas startups brasileiras estão seguindo o caminho errado?


 Por mais de 10 anos, nós, de desenvolvimento de aplicativos, softwares e sites, observamos que um dos principais problemas é que, devido a nossa própria cultura brasileira, temos uma tendência a achar que algo simples não está bom o suficiente. E isso pode levar a acrescentar funcionalidades desnecessárias ao projeto logo de cara, perdendo o sentido do MVP . Somos brasileiros e temos muita criatividade — quem não ama uma pizza com borda recheada ou um sushi de goiabada? Mas, infelizmente, essa criatividade pode ser prejudicial às vezes. Por quê? Porque, aqui no Brasil, algo simples como o Mínimo Produto Viável nem sempre é valorizado.


Quando se trata de um MVP, o que precisamos para testar a ideia é a simplicidade.


Outro problema que observamos é a burocracia excessiva de algumas empresas de software ou companhias brasileiras. Para decidir, a proposta precisa passar pelo gerente de marketing, pelo vice-diretor, pelo diretor, pelo CEO... E, a cada nível, a tendência é acrescentar coisas, tornando o processo ainda mais demorado e complicado do que se deve ter ao desenvolver um Mínimo Produto Viável.


Portanto, para evitar esses problemas, é preciso valorizar a simplicidade e entender que um MVP é uma maneira eficiente de testar a viabilidade de um projeto, sem gastar muito tempo e dinheiro. Lembre-se: às vezes, menos é mais.


Como determinar o que é essencial e o que pode ser deixado de fora nessa fase inicial?


Às vezes, algo que deveria ser simples e fácil de entender, acaba se tornando algo complexo e cheio de detalhes desnecessários. Essas barreiras podem causar uma enorme dificuldade para empreendedores que estão criando um Mínimo Produto Viável afim de iniciar um projeto. Mas não se preocupe, há perguntas chaves para descomplicar esta fase.


Para priorizar ideias que irão para o Mínimo Produto Viável, é importante considerar diversos fatores, tais como:


  • Valor do Negócio: Quanto valor essa ideia adiciona ao seu negócio? Ela ajuda a resolver um problema ou necessidade do seu público-alvo? Ela tem potencial para gerar mais receita? 
  •  Dificuldade de Implementação: Qual é o nível de dificuldade para implementar essa ideia? Isso pode incluir tempo, recursos e habilidades necessárias. Se a dificuldade for baixa, acrescente ao Mínimo Produto Viável;
  •  Viabilidade Técnica: A ideia pode ser implementada com tecnologias e recursos existentes na empresa? É necessária alguma inovação técnica para ser possível implementá-la? 
  • Tempo de Retorno: Quanto tempo levará para obter retorno sobre o investimento? A ideia tem potencial para gerar retorno a curto, médio ou longo prazo? 
  • Impacto no Usuário: Como a ideia afetará a experiência do usuário? Aumentará a satisfação do cliente ou melhorará a usabilidade do produto ou serviço? 


Ao considerar esses fatores, é possível avaliar as ideias de forma mais objetiva e priorizar aquelas que têm maior potencial de impactar positivamente o negócio e os usuários, e incrementá-las ao Mínimo Produto Viável. Lembre-se de envolver sua equipe no processo de priorização e considerar o feedback de seus stakeholders.


A partir dessa lista de prioridades e, aos poucos, lance um Mínimo Produto Viável, como um app web ou sistema Web simples que pode ser gradualmente aprimorado. Essa é a vantagem de fazer isso: você pode sair rápido e, ao mesmo tempo, ir atualizando o seu MVP como se fosse um organismo vivo. 


Como definir as funcionalidades que farão parte do seu Mínimo Produto Viável?


É importante seguir estes passos que podem ajudar a tornar o processo mais fácil e eficiente:


  • Identifique o problema: Entenda qual é o problema que o seu produto ou serviço irá resolver para o público-alvo. Isso é importante para definir as funcionalidades que irão atender às necessidades dos usuários no Mínimo Produto Viável.
  • Faça uma análise competitiva: Pesquise os concorrentes que oferecem soluções similares e identifique as funcionalidades que eles oferecem. Isso pode ajudar a encontrar lacunas que você pode preencher com o seu MVP.
  • Priorize as funcionalidades: Liste todas as funcionalidades que você acha que o seu Mínimo Produto Viável deve ter e, em seguida, priorize-as com base na importância e no valor que elas agregam. Considere quais funcionalidades são essenciais para o seu produto funcionar e quais podem ser deixadas de fora nessa fase inicial.
  • Defina um escopo limitado: É importante que o escopo do MVP seja limitado para que você possa desenvolvê-lo eficientemente e com o mínimo de recursos possível. Não tente incluir todas as funcionalidades que você gostaria de ter no seu produto final.
  • Ouça os usuários: É fundamental obter feedback dos usuários do Mínimo Produto Viável para entender o que está funcionando e o que precisa ser melhorado. Use esses insights para aprimorar o seu produto.


Lembre-se de que o objetivo do Mínimo Produto Viável é oferecer um produto ou serviço básico, mas funcional, que permita validar sua ideia de negócio com o mínimo de recursos e investimento possível. Ao definir as funcionalidades, mantenha esse objetivo em mente.


Conclusão


O MVP (Mínimo Produto Viável) é uma técnica utilizada por empreendedores para validar suas ideias de negócio antes de investir uma grande quantidade de tempo e dinheiro no desenvolvimento de um produto final. Com o Mínimo Produto Viável, é possível testar a aceitação do público-alvo e receber feedbacks valiosos sobre a usabilidade e valor do produto, reduzindo riscos financeiros e aumentando as chances de sucesso no mercado. Além disso, o Mínimo Produto Viável ajuda a reduzir o tempo de como criar um aplicativo ou software e pode atrair investidores se mostrar resultados positivos. É importante definir as funcionalidades essenciais, medir o sucesso do Mínimo Produto Viável e obter feedback dos usuários para melhorar o produto.

Artigo deFernando CunhaCom mais de 15 anos de experiência em tecnologia e formado pela FAAP em Administração de empresas, hoje é o CEO da Mestres da Web, empresa referência no mercado nacional e com projeções de expansão internacional.
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